sexta-feira, 10 de junho de 2016



Um dos grandes objetivos da astronomia é entender o desenvolvimento das galáxias e suas precursoras até a época mais próxima possível do Big Bang. Para ter uma ideia do que a Via Láctea foi no passado, os astrônomos obtêm imagens de galáxias em vários estágios de evolução, da infância à velhice. Para isso, o Hubble produziu, em coordenação com outros observatórios, imagens de longa exposição de pequenos pedaços do céu - o Campo Profundo do Hubble, o Campo Ultraprofundo do Hubble e o Levantamento Profundo do Céu Primordial por Grandes Observatórios - para mostrar as galáxias mais distantes (e mais antigas).

Essas imagens supersensíveis revelaram galáxias que existiam quando o Universo tinha apenas algumas centenas de milhões de anos, cerca de 5% de sua idade atual. Essas galáxias eram menores e mais irregulares que as modernas, um resultado esperado se se supõe que as galáxias atuais resultaram da união de outras menores (e não da fragmentação de galáxias maiores). Penetrar mais ainda no passado é a principal meta do sucessor do Hubble, o Telescópio Espacial James Webb, atualmente em construção.

As observações do céu profundo também revelaram a variação na taxa de formação de estrelas no Universo como um todo ao longo do tempo cósmico. Essa taxa parece ter atingido um pico 7 bilhões de anos atrás e caído para 10% do pico desde então. Surpreendentemente, quando o Universo tinha somente 1 bilhão de anos, a taxa de formação de estrelas já era alta - cerca de um terço de seu valor de pico.

Fonte: Scientific American Brasil


SOBRE O DOCUMENTÁRIO

Neste documentário "Em Busca do Limite do Espaço - Universo em Expansão Infinita," uma série de telescópios de alta tecnologia que se juntarão ao telescópio espacial Hubble na busca por desvendar os segredos de nosso universo - um cosmos quase incompreensível
em tamanho, idade e violência. Muito além do nosso sistema solar,
agora estamos descobrindo exoplanetas orbitando outros sóis e,
além de nossa galáxia, outras centenas de bilhões de galáxias,
como Andrômeda, Sombreiro e Redemoinho, cada uma abrigando centenas de bilhões de estrelas. Detectamos buracos negros gigantescos, girando violentamente no próprio centro das galáxias, inclusive da nossa própria.

Testemunhamos supernovas: estrelas em explosão, a milhões de anos-luz de distância, lançando gases super-aquecidos a mais de 965.000 km/h. E nas profundezas de gigantescas nuvens de poeira e gás, espalhando-se por trilhões de quilômetros de altura, podemos vislumbrar o nascimento de novas estrelas. Agora, os telescópios mais recentes estão revelando os mistérios invisíveis
do espaço, os quais estamos apenas começando a entender: a matéria escura, material sobre o qual nosso universo é construído; e a energia escura, uma força poderosa e invisível, a qual está dilatando nosso universo.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Mochila a jato ajuda os soldados correrem mais rápido



E se cada soldado poderia correr uma milha em quatro minutos? Esse é o objetivo por trás 4mm, ou 4 Minute Mile, um projeto de estudantes para criar um jetpack wearable (mochila a jato) que aumenta a velocidade e agilidade. Trabalhando com a Agência de Projetos Avançados de Defesa Research e um mentor da faculdade, Jason Kerestes que é o cérebro por trás de toso o projeto. Ele construiu um protótipo do jetpack e agora está testando e aperfeiçoando seu projeto para ser tão eficaz quanto possível.

Robôs militares DARPA




Na segunda-feira, julho 8, 2013, as sete equipes que evoluíram a partir da Virtual Robótica, um desafio DARPA, chegaram na sede da Boston Dynamics em Waltham, Mass. De conhecer e aprender sobre seu novo companheiro de equipe, do robô ATLAS. Como treinadores que começam com um jogador principiante, as equipes tinham até o final de dezembro de 2013 para ensinar ATLAS os movimentos ele iria precisar para ter sucesso nos Trials DARPA Robotics Challenge (RDC), onde cada robô terá que executar uma série de tarefas semelhante ao que pode ser necessária em um cenário de resposta a desastres e missões futura.

Estes sete equipes não estão começando do zero. Além dos robôs, as equipes vencedoras do VRC receberão financiamento da DARPA e suporte técnico contínuo da empresa Boston Dynamics, desenvolvedora do ATLAS.

"A Robótica Desafio Virtual era um campo de provas para a capacidade das equipes para criar software para controlar um robô em um cenário hipotético. As tarefas RDC Simulator. As apresentações foram bastante precisas de um mundo real entre causas e efeitos. Espera-se agora ainda mais avanços (tantos quantos já se tem extraordinariamente obtido) nesta área em a empresa DARPA vem revolucionando o mundo nas últimas décadas.


quarta-feira, 4 de maio de 2016

2111- Robôs do futuro 1/2


Documentário apresentado por Discovery Channel mostrando como poderá ser o mundo futurístico de 2111. Os robôs terão sentimentos e serão independentes; As máquinas já estão entre nós, vivemos com elas e através delas, mas ainda não alcançamos o limite de suas possibilidades; O robô do futuro está sendo projetado. Conheça robôs que evoluem como um animal através da sobrevivência do mais apto, máquinas que imitam o homem e copiam os animais e organismos artificiais que realizam todo tipo de atividades, de viajar ao espaço a jogar futebol. Como será nossa dependência dos robôs no futuro? Serão eles tão avançados a ponto de nos substituir por completo?

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Dragões fantasia e realidade 1/6



Você acredita em dragões? Dominantes no mundo da fantasia e nos contos de fadas, estes terríveis predadores nunca existiram na vida real. Mas e se ele tivessem existido? Com efeitos especiais criados em CGI e da mesma empresa produtora de Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, esta excepcional produção faz com que você confira de perto estas ferozes criaturas mitológicas, desde a sua particular anatomia até a lendária habilidade de cuspir fogo. Combinando ação, história natural e animação computadorizada Dragões: Fantasia e Realidade vai lhe mostrar tudo o que você sempre quis saber sobre estas espetaculares criaturas e muito mais.

sábado, 9 de abril de 2016

Como a agricultura mudou o genoma Europeu

Quando os primeiros fazendeiros do Oriente Médio chegaram à Europa, há 8.500 anos atrás, trazendo com eles a habilidade de arar a terra, trouxeram mais do que um novo estilo de vida: eles causaram alterações em genes que mudaram a forma como os Europeus digeriam alimentos e se adaptavam a doenças.
Em um novo estudo publicado em novembro na revista científica Nature, um grupo de cientistas internacional sequenciou o DNA ancestral de 230 pessoas que viveram entre 3.000 e 8.500 anos na Europa, na Sibéria e na Turquia.
No início deste ano, esta mesma equipe publicou um artigo no qual explica como a seleção natural favoreceu a disseminação de genes para a pele branca, a alta estatura e para a capacidade de digerir açúcares do leite.
Fóssil humano europeu
Fóssil humano – Fonte: Science Magazine
No artigo publicado em novembro, os pesquisadores sequenciaram o DNA de outros esqueletos e descobriram que a transição para a agricultura também favoreceu genes para digerir gorduras, assim como genes imunes que protegem contra doenças infecciosas, como a tuberculose e a hanseníase. Curiosamente, a equipe também descobriu a disseminação de duas variantes genéticas associadas à doença celíaca, causada pela intolerância ao glúten. Estas variantes podem ter sido favorecidas porque ajudam a compensar uma deficiência – associada com algumas dietas agrícolas – de um aminoácido chamado ergotioneína (derivado da histidina). Mas as variantes também têm o efeito colateral de aumentar doenças célicas e de Cronh (uma doença inflamatória do trato gastrointestinal).
Com isto podemos ter ideia de como uma mudança na alimentação pode ser importante e causar mudanças no nosso corpo – ou em todo um povo.